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Fundação Redwood: a história da primeira paciente que inspirou uma missão

Conheça a história de Maria Elisa, a primeira paciente da Fundação Redwood, cuja trajetória inspirou uma iniciativa que hoje leva acolhimento, informação e esperança a centenas de famílias, em parceria com a USA Hemp Pharmaceuticals

Toda grande missão nasce de uma história. A da Fundação Redwood começou com um propósito muito claro: tornar o acesso à Cannabis medicinal mais humano, acolhedor e possível para famílias que enfrentam desafios complexos de saúde. Mais do que facilitar tratamentos, a Fundação nasceu para oferecer orientação, suporte multidisciplinar e acompanhamento contínuo, entendendo que cada paciente carrega também uma família inteira em busca de respostas.

Parceira da USA Hemp Pharmaceuticals, a Fundação Redwood acredita que o cuidado vai muito além da prescrição. Seu trabalho envolve médicos, profissionais da saúde, educação continuada e uma rede de apoio construída para caminhar ao lado de quem mais precisa. Mas antes de tudo isso ganhar forma, existiu uma paciente que marcou para sempre essa trajetória.

Seu nome é Maria Elisa.

Filha de Caroliny Cirino, Maria Elisa foi a primeira paciente acolhida pela Fundação Redwood. Sua história tornou-se o ponto de partida de um projeto que, hoje, transforma a realidade de inúmeras famílias em todo o Brasil.

O diagnóstico de paralisia cerebral era devastador. Maria Elisa foi considerada em estado vegetativo, uma condição que parecia limitar qualquer expectativa de desenvolvimento. Para Caroliny, no entanto, aceitar aquele prognóstico nunca foi uma opção. Como tantas mães, ela escolheu enxergar possibilidades onde muitos só viam limitações.

A rotina passou a ser construída entre consultas, terapias, estudos e uma busca incessante por alternativas que pudessem proporcionar mais qualidade de vida à filha. Foi nesse caminho que a Cannabis medicinal entrou em cena, trazendo novas perspectivas para o tratamento e mostrando que, mesmo diante de condições extremamente complexas, ainda havia espaço para evolução.

Ao longo dos anos, Caroliny percebeu que nenhum tratamento funciona sozinho. A medicação é importante, mas ela faz parte de um cuidado muito maior, que envolve sono, alimentação, estímulos adequados, terapias, ambiente familiar e acompanhamento constante. 

Enquanto dedicava praticamente toda a sua vida à filha, Caroliny enfrentava o desgaste físico e emocional vivido por muitas mães atípicas. Com o passar dos anos, ela própria precisou iniciar um tratamento para conseguir seguir exercendo seu papel como cuidadora. Essa vivência reforçou uma das premissas que orientam o trabalho da Fundação Redwood: olhar não apenas para o paciente, mas também para toda a família.

Ao relembrar essa trajetória, Caroliny resume esse processo:

"Quando a Maria Elisa começou a melhorar, eu percebi que quem precisava de ajuda também era eu. Passei anos vivendo exclusivamente para ela e fui deixando minha própria saúde de lado. Entendi que, para continuar sendo a mãe de que ela precisava, eu também precisava me cuidar. Hoje eu sempre digo que não cuido só da Maria Elisa. Eu preciso cuidar de mim para continuar cuidando dela. É isso que eu tento mostrar para outras mães: ninguém consegue sustentar um tratamento sozinho."

Desde o primeiro atendimento, a proposta sempre foi oferecer orientação e acolhimento às famílias que chegam em busca de informações sobre a Cannabis medicinal, reconhecendo que o tratamento envolve muito mais do que a prescrição de um medicamento.

Foi a partir da história de Maria Elisa, primeira paciente da Fundação, que esse trabalho começou a ganhar forma. O que nasceu da experiência de uma mãe e de uma filha tornou-se uma iniciativa voltada a apoiar outras famílias que percorrem caminhos semelhantes.

Hoje, em parceria com a USA Hemp Pharmaceuticals, a Fundação Redwood amplia esse trabalho por meio de ações de educação, orientação e acesso à informação qualificada sobre a Cannabis medicinal, contribuindo para que cada vez mais pacientes e seus familiares encontrem suporte durante o tratamento.

Assista ao depoimento completo de Caroliny Cirino.

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