O uso medicinal da cannabis segue ganhando espaço no Brasil e no mundo tanto no debate público quanto na prática clínica. Dados da Kaya Mind divulgados recentemente mostram que o Brasil atingiu a marca de 873 mil pacientes que usam produtos à base da planta para tratar suas condições de saúde, um número que continua em crescimento à medida que mais médicos e pacientes se informam sobre a terapia.
Seja pela eficácia em quadros específicos ou pelo interesse em abordagens terapêuticas mais individualizadas e conscientes, a cannabis medicinal está mais presente do que nunca.
A seguir, apresentamos 7 razões para você conhecer melhor o uso medicinal da cannabis em 2026, seja para acompanhar quem já faz uso, seja para ampliar sua perspectiva sobre tratamentos integrativos e baseados em evidências.
1. Aumento expressivo de pacientes em tratamento - O Brasil atingiu recentemente um marco significativo: mais de 873 mil pessoas utilizam produtos à base de cannabis medicinal para tratar doenças e sintomas diversos, um crescimento que indica que cada vez mais pacientes, famílias e profissionais de saúde buscam alternativas para condições que nem sempre respondem bem às terapias convencionais.
2. Ampla gama de doenças com potencial de tratamento - A cannabis medicinal tem sido indicada em pesquisas e práticas clínicas para diversas condições, incluindo epilepsia e convulsões, dor crônica, ansiedade e estresse e insônia e distúrbios do sono, entre outras.
3. Evidências e experiências clínicas em expansão - Cada vez mais ensaios clínicos, revisões e relatos de casos documentam resultados reais observados em pacientes que usam canabidiol (CBD), tetrahidrocanabinol (THC) e outras substâncias derivadas da planta. Esse acúmulo de conhecimento favorece decisões mais conscientes por parte de médicos e pacientes.
4. Conhecimento sobre mecanismos de ação - Ao contrário do que alguns pensam, o uso medicinal da cannabis não é “moda”: ele se apoia na compreensão do sistema endocanabinoide, uma rede de receptores presente no corpo que regula funções essenciais como sono, humor, dor e resposta ao estresse.
5. Redução de estigmas e ampliação do diálogo - A cannabis medicinal hoje é objeto de discussões abertas entre pacientes, profissionais de saúde, pesquisadores e gestores públicos, o que contribui para a quebra de tabus.
6. Personalização do tratamento - Cada vez mais médicos reconhecem que a cannabis pode ser personalizada de acordo com a condição clínica e as necessidades do paciente.
7. Tendência global que se reflete no Brasil -. Em vários países, a cannabis medicinal já é parte consolidada da prática clínica, com regulamentações que facilitam o acesso de pacientes e promovem segurança no uso. Esse movimento felizmente também cresce por aqui!